(…)

Ó Cristo, dulcíssimo esposo de minh’alma!  Não há nada que eu possa fazer para retribuir a fineza de vossos obséquios. Permitai que eu seja sempre vossa e escondei-me do mal em vossas chagas santificadoras, donde jorra a fonte de misericórdia na qual quero estar imersa. Qual samaritana, caminhante no deserto deste mundo, tantas vezes procuro nos poços humanos a água puríssima que emana do Teu coração. Estendei, meu Jesus, tua preciosíssima mão e erguei-me… Retirai-me de mim mesma e tomai-me para Si! Aí então serei realmente livre. Amém.

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